Projeto Político Pedagógico

O(a) Tecnólogo(a) em Sistemas para a Internet "Projeta, desenvolve, testa, implanta, mantém, avalia e analisa páginas para sites de Internet e intranets, sistemas de comércio eletrônico e aplicativos para plataformas móveis para a Internet. Avalia, especifica, seleciona e utiliza metodologias e ferramentas adequadas para o desenvolvimento das aplicações. Elabora e estabelece diretrizes para a criação de interfaces adequadas à aplicação de acordo com características, necessidades e público-alvo. Vistoria, realiza perícia, avalia, emite laudo e parecer técnico em sua área de formação." O(a) Tecnólogo(a) em Sistemas para a Internet deve estar consciente do seu papel social, empreendedor e transformador, de forma a adotar princípios éticos, com respeito ao meio ambiente e às diferenças individuais.

Empresas de planejamento, desenvolvimento de projetos, assistência técnica e consultoria. ● Empresas de tecnologia. ● Empresas em geral (indústria, comércio e serviços). ● Organizações não-governamentais. ● Órgãos públicos. ● Institutos e Centros de Pesquisa. ● Instituições de Ensino, mediante formação requerida pela legislação vigente.

1. Projetar, desenvolver, testar, implantar, avaliar e analisar páginas para sites de Internet e Intranets, sistemas de comércio eletrônico e aplicativos para plataformas móveis para a Internet; 2. Avaliar, especificar, selecionar e utilizar metodologias e ferramentas para o desenvolvimento das aplicações; 3. Identificar e entender topologias, protocolos e padrões de redes com objetivo de instalar e configurar hardware e software em ambientes de rede para clientes e servidores; 4. Elaborar e estabelecer diretrizes para a criação de interfaces adequadas à aplicação de acordo com características, necessidades e público-alvo; 5. Vistoriar, realizar, periciar, avaliar, emitir laudos e pareceres técnicos em sua área de formação. 6. Desenvolver habilidades de leitura, compreensão, produção textual e interpretação em língua inglesa e espanhola, possibilitando a utilização de conteúdos ligados às atividades de desenvolvimento de páginas e aplicativos para a internet. 7. Comunicar-se com desenvoltura, ética e profissionalismo em situações orais e escritas, percebendo a comunicação como elemento essencial para a atuação profissional. 8. Compreender e utilizar os conceitos da matemática necessários a solução de problemas e para o desenvolvimento de Sistemas para a Internet; 9. Conhecer e aplicar os fundamentos e a metodologia de elaboração da pesquisa técnica e científica no âmbito do Desenvolvimento de Sistemas para a Internet e na elaboração de atividades de extensão, permitindo a sua aplicação prática através do desenvolvimento de soluções para a sociedade. 10. Avaliar os impactos e responsabilidades legais, sociais, econômicos e ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação das tecnologias da informação. 11. Analisar as relações sociedade-trabalho a partir dos diversos modos de produzir e organizar da experiência humana no tempo. 12. Compreender as características do comportamento empreendedor para promover o autodesenvolvimento no âmbito do Desenvolvimento de Sistemas para a Internet. 13. Conhecer o contexto histórico das pessoas surdas, sinalizantes desta língua, assim como as características dos principais aspectos que norteiam a realidade dos surdos e da Língua de Sinais no seu cotidiano.

O Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet foi concebido com o objetivo de permitir a interdisciplinaridade entre os conhecimentos adquiridos, tomando como base a união da teoria e da prática em seus conteúdos, subsidiando o pensamento para a construção de novas ideias e propostas diferenciadas da aplicação dos conteúdos praticados ao longo das fases do curso. Dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem busca promover estratégias problematizadoras, tratando os conceitos da área técnica e demais saberes atrelados à formação geral, de forma contextualizada, valorizando os saberes prévios dos estudantes e vinculando os conhecimentos permanentemente às suas realidades e dimensões do mundo do trabalho em seus cenários profissionais. Os princípios que norteiam a metodologia praticada no curso são descritas a seguir: ● Aprendizagem significativa, constante e participativa; ● Diversidades de atividades formativas; ● Formação humana integral e inclusiva; ● Formação profissional voltada ao social; ● Integração entre os saberes; ● Valor dos saberes prévios dos estudantes nas atividades educativas; ● O estudante como sujeito ativo no processo ensino-aprendizagem; ● Pesquisa como princípio educativo; ● Pensar, sentir e agir em busca do trabalho coletivo. De acordo com as temáticas a serem desenvolvidas, podem-se aplicar metodologias envolvendo trabalhos individuais ou em grupo, soluções de situações problema ou desafios, estudos de caso envolvendo a comunidade interna ou externa, exposições, debates, visitas técnicas e culturais, desenvolvimento de jogos interativos, palestras, seminários, projetos de integração, projetos de pesquisa e extensão, e outras possibilidades que possam contribuir para o ensino aprendizagem do estudante. Quanto às unidades curriculares que serão realizadas na modalidade a distância, elas seguirão metodologia específica da EaD, conforme Resolução CEPE/IFSC nº 04 de 16 de março de 2017. Os 10% de carga horária de extensão, necessários à integralização do curso, configuram-se como parte integrante de um componente curricular específico de também de componentes curriculares não específicos de extensão. As atividades de extensão serão planejadas semestralmente e suas descrições serão detalhadas nos planos de ensino dos respectivos componentes curriculares.

Chefe DEPE: André Luiz Silva de Moraes, andre.moraes@ifsc.edu.br

A avaliação das competências relacionadas à unidade curricular é feita pelo docente e/ou docentes que a orientam. Para o registro das avaliações, devem ser atribuídas notas inteiras de 0 a 10, sendo que a composição das diferentes avaliações realizadas ao longo do semestre, respeitando-se os pesos e especificidades de cada unidade curricular, farão a somatória da nota final, conforme definido na ementa da unidade curricular. Dentre os instrumentos avaliativos que poderão ser utilizados destacam-se: 1. Observação diária de participação e atitudes; 2. Trabalhos de pesquisa individual ou coletiva; 3. Testes escritos, com ou sem consulta; 4. Entrevistas; 5. Resoluções de exercícios práticos ou teóricos; 6. Execução de projetos e/ou experimentos; 7. Relatórios referentes aos trabalhos, visitas técnicas e experimentos; 8. Instrumentos de aprendizagem que permitam a prática pedagógica avaliativa. Para além dos objetivos, conhecimentos e habilidades de cada Unidade Curricular serão considerados como critérios de avaliação as atitudes gerais: trabalhar em equipe; respeitar a comunidade escolar; cumprir as tarefas solicitadas, respeitando os prazos; contribuir para as aulas com interesse e empenho; zelar pelo patrimônio escolar e demonstrar iniciativa nas aulas. De acordo com o Regimento Didático Pedagógico, a avaliação prima pelo caráter diagnóstico e formativo, consistindo em um conjunto de ações que permitem recolher dados, visando à análise da constituição das competências por parte do aluno, previstas no projeto de curso.

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