Projeto Político Pedagógico

O Engenheiro Civil egresso do IFSC, Câmpus São Carlos terá formação ampla: generalista, humanista, crítica e reflexiva em atendimento às demandas da sociedade e ao que prescrevem as diretrizes curriculares do Ministério da Educação. Do ponto de vista técnico e com base no perfil de formação apresentado na Figura 3, a graduação em Engenharia Civil permitirá ao aluno:

● Apontar soluções para os mais diversos problemas e desafios da Engenharia Civil com os quais se defrontar por meio de uma formação sólida em Ciências Básicas;

● Atuar de forma ética, crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística,

● Aprofundar o conhecimento em Informática, aplicando-a como ferramenta de projeto e gerência em sua área;

● Desenvolver, aprimorar e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas aplicadas às práticas da Construção Civil; e

● Ser capaz de diagnosticar sistemas complexos, a partir da coleta, manuseio e análise de grande volume de dados e informações quantitativas e qualitativas.

Com relação à formação pessoal, o Curso de Engenharia Civil oferecido possibilitará que o aluno:

● Possua capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os seus próprios conhecimentos;

● Assimile os novos conhecimentos científicos e reflita sobre o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas relações com o contexto ambiental, cultural, socioeconômico e político;

● Trabalhe em equipe;

● Busque um processo de formação contínua, por meio da curiosidade e de estudos extracurriculares individuais ou em grupo, com espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e coletivas relacionadas com a Engenharia Civil;

● Exerça a profissão respeitando o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos; e

● Atue como pesquisador na área da Engenharia Civil.

Com relação à formação técnica, o curso buscará a formação de profissionais que tenham consciência da importância social da profissão como possibilidade de desenvolvimento social e coletivo, que disseminem e/ou utilizem o conhecimento de modo positivo para a comunidade e que exerçam a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas alternativas tecnológicas. Nesse sentido, a formação profissional do estudante proporcionará, assim como determinado pelo MEC, o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:

● Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;

● Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

● Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;

● Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;

● Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;

● Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

● Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

● Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

● Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

● Atuar em equipes multidisciplinares;

● Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;

● Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;

● Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; e

● Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

O egresso do curso de Engenharia Civil irá aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais para a solução dos diversos problemas e desafios da construção civil. O curso é voltado ao fazer tecnológico no ambiente de produção, com uma forte relação entre teoria e prática e privilegiando a aplicação da tecnologia disponível. O aluno formado estará apto a trabalhar em:

● Construtoras;

● Incorporadoras;

● Empreiteiras;

● Empresas de engenharia civil (projetos, execução, gerenciamento, supervisão e fiscalização);

● Empresas de consultoria;

● Concessionárias de serviços públicos; e

● Estabelecimentos de ensino.

A Engenharia Civil do IFSC, Câmpus São Carlos terá como principal foco em termos de competência profissional: o Projeto e Execução de Obras de Construção Civil. Para atender a esse foco de formação, o engenheiro egresso terá como competências:

● Projetar obras de edificações nos seus componentes, arquitetônico, estrutural e de instalações prediais;

● Projetar demais obras de construção civil, para as quais tenha cursado unidades curriculares específicas na modalidade optativa;

● Planejar e dirigir obras de construção civil nos aspectos, físico e financeiro;

● Calcular e projetar estruturas;

● Realizar pesquisas e exercer atividades de ensino, circunscritos pelo campo de conhecimento específico da Engenharia Civil;

● Realizar ensaios, controle de qualidade e padronização;

● Realizar vistorias, perícias, elaborar laudos e fazer avaliação;

● Dirigir indústrias de construção civil;

● Desempenhar cargo e função técnica;

● Fiscalizar obra e serviço técnico; e

● Gerir negócios relacionados à Engenharia Civil.

A proposta pedagógica do curso baseia-se no pressuposto de que a relação entre teoria e prática é o ponto de partida para a construção do conhecimento. Por isso, serão adotados os seguintes princípios:

● Integração como princípio articulador do currículo;

● Ação prática como geradora de conhecimentos e constituição de competências;

● Ensino problematizado e contextualizado;

● Estratégias de ensino e aprendizagem centradas na resolução de problemas, projetos e trabalhos em equipe; e

● Incorporação das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) ao trabalho pedagógico.

A formação do Engenheiro Civil, a partir do perfil previsto anteriormente e com as competências listadas, deve compreender um conjunto diversificado de atividades curriculares de maneira a propiciar a compreensão rigorosa dos métodos envolvidos na indústria da construção civil.

O aluno deverá ter oportunidade de conhecer e vivenciar a construção civil em diferentes etapas de sua formação, de maneira que esta não ocorra exclusivamente no momento de desenvolvimento de seu estágio curricular obrigatório.

Os Projetos Integradores (3) serão fundamentais nesse processo. Além de tratarem de saberes relacionados à pesquisa em termos conceituais e metodológicos, serão uma oportunidade especial para a articulação dos conteúdos abordados nas diversas Unidades Curriculares do semestre, tendo em vista a efetiva integração curricular.

O currículo foi concebido e organizado por unidades curriculares, integradas com a exigência de pré-requisitos, procurando, já a partir do Núcleo Básico, inserir o aluno no mundo da Engenharia Civil, proporcionando a este o acesso a estágios curriculares não obrigatórios desde o primeiro semestre. Este acesso ao mundo do trabalho é fundamental para evitar o isolamento do aluno dentro do curso e o consequente desconhecimento das práticas profissionais.

O IFSC, pela sua tradição em ensino técnico e tecnológico tem a prática da profissionalização dos seus alunos arraigada. O caráter das aulas, sempre norteando a aplicação da ciência e da tecnologia, bem como a realização de atividades práticas é uma característica dos cursos técnico e FICs ministrados no Câmpus São Carlos.

Esta proposta será também utilizada no Curso de Graduação em Engenharia Civil. Portanto, para a construção da Grade Curricular da Engenharia Civil, o documento “Princípios norteadores das engenharias dos Institutos Federais” (MEC, 2009) sugere revisitar o percurso de formação profissional, superando a lógica do perfil de competências implantada quando da reestruturação da Educação Profissional, estabelecida pela Lei 9394/1996 e pelo Decreto 51154/2004, que por longos anos definiram a estrutura de competências dos currículos dos cursos e orientaram a prática pedagógica dos professores, estabelecendo uma relação entre educação e o mundo do trabalho.

Dentro deste contexto foi construído o currículo do curso de Engenharia Civil, procurando articular as Unidades Curriculares do núcleo básico com as dos núcleos específico e profissionalizante, bem como com a competência central: Projeto e Execução de Obras de Construção Civil.

● Percurso de integralização do curso

Os Núcleos Básico, Profissionalizante e Específico não são independentes, portanto não há necessidade de conclusão de um deles para ingresso no outro. Assim, em um mesmo semestre o aluno poderá cursar unidades curriculares de qualquer um dos Núcleos, desde que tenha cumprido com os seus pré-requisitos.

Deste modo, o aluno pode conviver no universo da Engenharia Civil, o que facilita a realização de estágios curriculares não obrigatórios como forma de inserção no mercado profissional e de aquisição de competências adicionais.

Também, atendendo ao prescrito na Deliberação CEPE/IFSC nº 44/2010, fazem parte do currículo obrigatório as três unidades curriculares de Projeto Integrador, a primeira com 60 horas e seguintes com 80 horas; o Estágio Profissionalizante Obrigatório, com 160 horas, cujo objetivo é imergir o aluno no mercado de trabalho, para que esteja preparado para enfrentar e conviver com situações com as quais pode se deparar na vida profissional; de modo complementar, foram incluídos 140 horas para o Trabalho de Conclusão de Curso, propiciando ao aluno o aprimoramento da comunicação verbal e escrita, bem como a capacidade de obtenção, organização e análise de informações para a solução de problemas ou a realização de trabalhos de Engenharia Civil.

O curso será oferecido em turno único, com cargas horárias semestrais regulares não superiores a 400 horas. A entrada será anual, com turmas de 40 alunos, oferecidas em turnos alternados, ou seja, turmas noturnas a cada 2 anos , intercaladas por turmas vespertinas. Esta entrada em turnos intercalados favorece a diversidade dos alunos, contemplando perfis diferentes, desde o que já atua como trabalhador e precisa estudar a noite; até aquele que precisa se deslocar de outro município, vindo pela manhã e retornando a noite, entre outros.

● Conteúdos Curriculares

A partir do perfil do egresso do Curso de Engenharia Civil, foi selecionado um conjunto de conhecimentos necessários para que este perfil seja alcançado.

De acordo com as diretrizes nacionais e do IFSC, estes conhecimentos foram organizados em três núcleos de formação: Núcleo Básico, Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico.

● Projetos Integradores

A proposta para os Projetos Integradores da Engenharia Civil é trabalhar cada um deles em diferentes níveis de complexidade cognitiva que segundo Bloom (1973) são: o conhecimento, a compreensão, a aplicação, a análise, a síntese e a avaliação. Três Projetos Integradores tem presença no currículo, conforme preveem as Diretrizes para os Cursos de Engenharia do IFSC. O objetivo geral dos Projetos Integradores é relacionar e aplicar os conhecimentos de um conjunto de unidades curriculares, podendo ter como resultado um sistema, equipamento, protótipo ou relatório de ensaio, pesquisa ou estudo de caso. A proposta de Projetos Integradores deverá ainda, ter caráter extensionista (ver ítem 34. Atividades de Extensão).

Na Grade Curricular do Curso de Engenharia Civil foram previstos Projetos Integradores na 4ª, na 6ª e na 8ª fase do curso. A proposta de situar os Projetos Integradores somente à partir da 4ª fase do curso, deve-se a necessidade de haver conteúdos mínimos a integralização e a extensão.

● Unidades Curriculares Optativas

Na carga horária mínima para conclusão do curso estão incluídas 120 horas para unidades curriculares optativas, permitindo ao aluno acrescentar outras atribuições profissionais além daquelas previstas no currículo obrigatório, ou aprofundar conhecimentos em uma determinada área.

No entanto, se assim desejar, o aluno pode cursar mais unidades curriculares optativas/eletivas, além das 120 horas que compõem a grade curricular. O curso poderá ofertar unidades curriculares optativas e/ou eletivas, desde que disponha de docente para ministrá-la, infraestrutura necessária e que haja a matrícula de pelo menos 8 (oito) alunos. Estas unidades curriculares optativas poderão ser ofertadas em turnos invertidos ou de forma intercalada.

Embora esta carga horária esteja prevista para a nona e décima fases, a matrícula poderá ocorrer em qualquer momento do curso desde que o discente tenha cumprido com o pré-requisito da unidade curricular optativa.

● Atividades Complementares

Os alunos do curso de Engenharia Civil poderão incorporar aos seus históricos escolares atividades complementares. As atividades complementares deverão ser aprovadas pelo Colegiado do Curso e serão limitadas ao máximo de 10% da carga horária mínima do curso. Conforme a Deliberação CEPE/IFSC nº 44, de 06 de outubro de 2010, às atividades complementares poderão ser:

a) Seminários

Entende-se por seminário o conjunto de estudos e conteúdos teóricos ou práticos, definidos em programa correspondente ao estabelecido pela ementa, com carga horária pré- fixada, desenvolvido predominantemente pelos (as) alunos(as).

b) Participação em eventos

Entende-se por participação em eventos, as atividades que incluem o envolvimento do aluno em eventos dos seguintes tipos: congressos; seminários; colóquios; simpósios; encontros; festivais; palestras; exposições; cursos de curta duração. Algumas formas de avaliação que poderiam ser consideradas como válidas para esse tipo de atividade acadêmica são: publicações, relatórios e certificados.

c) Discussão temática

Entende-se por discussão temática a exposição programada pelo professor e realizada pelos alunos, cujos objetivos sejam o desenvolvimento de habilidades específicas e o aprofundamento de novas abordagens temáticas.

d) Atividade acadêmica semipresenciais

Entende-se por atividade acadêmica semipresenciais o processo educativo que promove a autonomia do aprendiz e envolve meios de comunicação capazes de ultrapassar os limites de tempo e espaço e permitir a interação com as fontes de informação ou com o sistema educacional. A avaliação é feita por professor do IFSC, com ou sem a participação de profissionais ligados à fonte geradora da atividade acadêmica.

e) Iniciação à pesquisa, docência e extensão

Entende-se por iniciação à pesquisa, à docência e à extensão o conjunto de atividades ligadas a programas de pesquisa, ensino e extensão desenvolvidas pelo aluno. No contexto da flexibilização curricular, são consideradas atividades passíveis de apropriação para se atingir a integralização curricular. Portanto, devem ser consideradas independentemente de estarem ou não vinculadas a algum tipo de bolsa. A avaliação será realizada através da apreciação de projeto individual do aluno, sujeito à aprovação do Colegiado do Curso.

f) Estágio não-obrigatório

Entende-se por estágio qualquer atividade que propicie ao aluno adquirir experiência profissional específica e que contribua, de forma eficaz, para a sua absorção pelo mercado de trabalho. Enquadram-se nesse tipo de atividade as experiências de convivência em ambiente de trabalho, o cumprimento de tarefas com prazos estabelecidos, o trabalho em ambiente hierarquizado e com componentes cooperativistas ou corporativistas, etc. O objetivo é proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional clássica, possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional. A avaliação é feita a partir de conceitos e observações estabelecidos pelas fontes geradoras do estágio, em consonância com os parâmetros estabelecidos em conjunto com docentes do IFSC. O estágio curricular, quando envolver entidade externa ao IFSC, deve se realizar num sistema de parceria institucional, mediante credenciamentos periódicos.

g) Vivência profissional complementar

Entende-se por vivência profissional complementar as atividades de estágio não previstas de forma curricular. De maneira similar ao estágio curricular, o objetivo é proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional. A avaliação se processará mediante: relatório elaborado pela instituição onde ocorreu a atividade; relatório elaborado pelo aluno; e se for o caso, outras formas de avaliação que envolvam, necessariamente, a fonte geradora da vivência profissional complementar e que tenha a participação de professor(es) do IFSC.

h) Viagens de Estudo:

Atividades como viagens de estudo podem ser usados como elementos motivadores e instrumentos pedagógicos complementares do curso de graduação. A programação deve ser feita dentro do contexto de cada disciplina, havendo o acompanhamento do professor responsável.

i) Cooperação Internacional:

Através de convênio entre as instituições, os alunos da engenharia podem realizar estágios e cursos em instituições estrangeiras, tanto para a formação, como para o aprendizado de novas línguas e contato com outras culturas.

Margarida Hahn

margaoe@ifsc.edu.br

Tel.: (49) 3325-4149

Chefe DEPE - Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão.

A avaliação do desenvolvimento do Projeto Pedagógico se dará em relação ao cumprimento de seus objetivos, perfil do egresso, habilidades e competências, estrutura curricular, atividades complementares, pertinência do curso no contexto regional, corpo docente e discente.

Essa avaliação será efetivada por meio de um relatório elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante a cada quatro anos, a partir da implantação deste PPC. Este relatório irá se basear nos seguintes instrumentos:

a) seminário de avaliação que ocorre bianualmente reunindo docentes e discentes que atuam em diferentes etapas do curso, organizado pelo Núcleo Docente Estruturante;

b) reuniões com o corpo docente e discente com o objetivo de avaliar o processo de ensino-aprendizagem, por exemplo, Conselhos de Classe e Reuniões Pedagógicas;

c) avaliação promovida nos eventos tais como Semana Acadêmica e Semana de Ciência e Tecnologia, nos quais se promove atividades de avaliação e de reflexão sobre o curso e o futuro nas suas mais variadas perspectivas, organizados pelo Núcleo Docente Estruturante;

d) Comissão Própria de Avaliação (CPA). Visando atender ao que dispõe a Lei no. 10.861, de 14 de abril de 2004, o IFSC instituiu sua Comissão Própria de Avaliação (CPA), a qual foi desenvolvida no sentido de estabelecer objetivos específicos buscando atingir um novo patamar de qualidade acadêmica utilizando questionários como instrumento de coleta de dados. A CPA entende que para o processo de auto avaliação de uma instituição de ensino superior, mesmo que o ponto de partida sejam os dados quantitativos que ela possui, deve ser o da pesquisa qualitativa com enfoque interpretativo. Investigar a prática educativa, sob a perspectiva interpretativa tem como premissa básica indagar os fenômenos educativos na complexidade da realidade natural na qual se produzem.

O processo de aprovação do relatório elaborado pelo Colegiado do Curso será dividido em duas etapas:

a) aprovação realizada pelo Colegiado do Curso com emissão de parecer; e

b) aprovação realizada pelo Colegiado do Câmpus.

O sistema de avaliação do processo de ensino aprendizagem no curso de Engenharia Civil far-se-á de acordo com Regulamento Didático-Pedagógico do IFSC, instituído pela Resolução nº 41 de 20 de novembro de 2014.

A avaliação será processual e diagnóstica, acompanhando o desempenho e desenvolvimento do aluno na constituição das competências e habilidades requeridas para o exercício profissional com cidadania, numa constante prática de ação-reflexão-ação, de todos os elementos envolvidos no processo ensino-aprendizagem.

Os instrumentos de acompanhamento do processo de ensino aprendizagem dentro dessa perspectiva serão organizados através de projetos, provas, apresentação oral, portfólios, pesquisa teórica e de campo, trabalhos em grupo, seminários, defesas de trabalhos, entre outros.

Os resultados da avaliação, bem como a frequência dos alunos, serão registrados no Diário de Classe e transcritos para a ficha individual do aluno, na Seção de Registros Escolares. O controle da frequência às aulas serão de responsabilidade do professor, sob a supervisão da Coordenação de Curso. Será obrigatória a frequência às atividades correspondentes a cada componente curricular, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) das mesmas.

Ao longo do período letivo, o professor deverá fornecer ao aluno informações que permitam visualizar seus avanços e dificuldades na construção das competências. O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). O professor tem liberdade de atribuir valores fracionados de 0 a 10 nas avaliações parciais.

Os critérios de aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores far-se-ão de acordo com as normas estabelecidas no Regulamento Didático Pedagógico (RDP) do IFSC. Para a validação das disciplinas, o artigo 158 da RDP explicita as regras para requisição e aprovação da mesma.

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