Projeto Político Pedagógico

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  • Executar, controlar e avaliar os procedimentos das áreas de pessoal, de marketing, de produção, de materiais, financeira e dos sistemas de informações;

  • Identificar e interpretar as diretrizes dos planejamentos estratégico, gerencial e operacional da organização;

  • Preocupar-se em buscar atualização constantemente por meio de estudos e pesquisas, propondo inovações, identificando e incorporando novos métodos, técnicas e tecnologias às suas ações, respondendo às situações cotidianas com criatividade, flexibilidade e adaptabilidade às mudanças.

  • Classificação Brasileira de Ocupações: “Controlam rotina administrativa. Realizam atividades em recursos humanos e intermedeiam mão-de-obra para colocação e recolação. Atuam na área de compras e assessoram a área de vendas. Intercambiam mercadorias e serviços e executam atividades nas áreas fiscal e financeira” (www.mtecbo.gov.br). 

  • Atuar na área administrativa de empresas industriais, comerciais, de serviços e do agronegócio;

  • Operar e controlar processos de pessoal (recrutamento, seleção, folha de pagamento e responsabilidade social), financeira (contas a pagar, contas a receber, caixa, bancos e custos), de materiais (compras, estoques e almoxarifado), de marketing (atendimento ao cliente e vendas) e de produção (métrica de produção e qualidade, sustentabilidade e meio-ambiente);

  • Apoiar a gerência na elaboração de planilhas e relatórios técnicos;

  • Classificação Brasileira de Ocupações: 3513 - Técnico em administração, “trabalham em qualquer atividade econômica onde haja atividades administrativas, na condição de assalariados com carteira assinada. O trabalho é presencial, executado em equipe, com supervisão ocasional”. (www.mtecbo.gov.br).

  • Executar, controlar e avaliar os procedimentos das áreas de pessoal, de marketing, de produção, de materiais, financeira e dos sistemas de informações;

  • Identificar e interpretar as diretrizes dos planejamentos estratégico, gerencial e operacional da organização;

  • Preocupar-se em buscar atualização constantemente por meio de estudos e pesquisas, propondo inovações, identificando e incorporando novos métodos, técnicas e tecnologias às suas ações, respondendo às situações cotidianas com criatividade, flexibilidade e adaptabilidade às mudanças.

  • Classificação Brasileira de Ocupações: “Controlam rotina administrativa. Realizam atividades em recursos humanos e intermedeiam mão-de-obra para colocação e recolação. Atuam na área de compras e assessoram a área de vendas. Intercambiam mercadorias e serviços e executam atividades nas áreas fiscal e financeira” (www.mtecbo.gov.br). 

O Curso Técnico Subsequebte em Administração tem sua matriz curricular organizada em semestres e seu processo de avaliação centrado em competências. Essa opção requer dos professores a busca de metodologias diferenciadas daquelas que visam apenas a transferência de conhecimentos, para outras que promovam a construção e a criação de conhecimentos.

O uso de novas tecnologias é um fator que possibilita o desenvolvimento das habilidades especificadas em cada unidade curricular, entre elas a de aprender a aprender, possibilitando assim a formação do estudante para além do período em que ele permanece no curso.

As bases tecnológicas explicitadas em cada unidade curricular deverão estar bem consolidadas para a concretização das competências e habilidades que o estudante deverá construir ao longo de sua formação.

A prática pedagógica desenvolvida no IFSC privilegia a formação do cidadão crítico e consciente do seu papel na sociedade. Nessa prática, o estudante se coloca como sujeito ativo no processo de aprendizagem, na interação com o conhecimento e com os demais sujeitos que compõem o processo educativo.

Nesta perspectiva, as atividades curriculares proporcionam a análise interpretativa e crítica das competências profissionais estabelecidas no perfil do egresso, bem como das práticas sociais relacionadas ao contexto da formação do Técnico em Administração.

O fazer pedagógico do curso está pautado na interação entre professor e estudante, buscando o desenvolvimento das competências profissionais, apropriando-se de métodos ativos que desafiam e motivam os estudantes à construção dessas competências, à reflexão, à iniciativa, ao espírito empreendedor, à criatividade, à formação continuada, ao compromisso ético e social, à pesquisa e ao trabalho em equipe.

Essa opção está ancorada nos seguintes princípios norteadores:

  • formação humana integral;

  • formação profissional voltada ao social;

  • aprendizagem significativa;

  • valor dos saberes dos estudantes nas atividades educativas;

  • diversidade de atividades formativas;

  • trabalho coletivo;

  • pesquisa como princípio educativo;

  • integração entre os saberes.

A concretização da práxis educativa fundamentada nos princípios elencados acima dá-se por meio da utilização de metodologias diversificadas, considerando as competências profissionais a serem construídas ao longo da integralização do currículo nas unidades curriculares e buscando atualizações permanentes, agregando novas tecnologias nas estratégias de ensino. De acordo com as especificidades das competências e as temáticas a serem desenvolvidas, podem-se aplicar várias metodologias, destacando-se: trabalhos individuais, trabalhos em pequenos e grandes grupos, solução de problemas, pesquisa aplicada, estudo de caso, exposição oral, debates, visitas técnicas e culturais, jogos, simulações, palestras, seminários, projetos integradores, etc.

A realização de projetos integradores pretende articular os diferentes saberes específicos funcionais e transversais, de modo a possibilitar a formação de um profissional que exerce suas funções com ética e racionalidade, dentro do seu contexto organizacional e social. As situações e problemas serão caracterizados, estruturados e planejados ao longo do período letivo. O professor responsável pela unidade curricular Projeto Integrador (PI) estará dedicado à orientação metodológica da elaboração do relatório final. A orientação das atividades de pesquisa, averiguação da realidade empresarial, desenvolvimento, conclusão e avaliação será feita por professores orientadores (e coorientadores se necessário) das áreas específicas, visando não apenas preferências específicas dos alunos mas a integração de saberes conceituais e práticos.

Além das atividades de extensão, neste Projeto Integrador, o estudante será inserido em atividades de iniciação à pesquisa, participando de visitas técnicas específicas para conhecer e analisar as rotinas administrativas das diversas áreas organizacionais. Essa aproximação da teoria com a prática pretende potencializar a construção do conhecimento, na perspectiva da aquisição de competências para a formação do cidadão e do profissional para o mercado de trabalho.

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Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico (BRASIL, 1999), a avaliação, no processo de construção do conhecimento na educação profissional, deve ser um instrumento que possibilite a identificação do desenvolvimento do aluno (atitudes, conhecimentos e habilidades) e forneça elementos para orientações necessárias, complementações e enriquecimento do processo de ensino e aprendizagem. Os parâmetros para a avaliação serão, naturalmente, as atitudes, conhecimentos e habilidades, que se definiu alcançar. É certo que, para isso, é preciso definir as evidências da aprendizagem realizada ou da competência constituída.

Na formação profissional por competências, os professores e os alunos precisam ter clareza de que competências serão construídas e que serão estabelecidos acordos para seu alcance, definindo as evidências e os critérios a serem considerados no caminho, para que possam colher elementos que sinalizem como estão seguindo e o que podem fazer para avançar na direção proposta.

A avaliação será processual e diagnóstica, acompanhando o desempenho e desenvolvimento do aluno na constituição das competências e habilidades requeridas para o exercício profissional com cidadania, numa constante prática de ação-reflexão-ação de todos os sujeitos envolvidos no processo ensino-aprendizagem.

Os instrumentos de acompanhamento do processo de aprendizagem dentro desta perspectiva serão organizados através de dinâmicas diversas, que envolvem desde provas e trabalhos individuais e em grupo, até o desenvolvimento de projetos, seminários, portfólios, pesquisa aplicada, defesas de trabalhos, autoavaliação, entre outros.

Sendo o currículo do curso concebido por competências (PERRENAUD, 1999, 2000), adota-se uma dinâmica adequada para o acompanhamento da construção dessas competências, conforme relacionado a seguir:

explicitação da função da avaliação: tanto professores quanto alunos são levados a compreender o que é o processo de avaliação;

definição do que é competência, traduzindo-se esse conceito para a formação do aluno;

estabelecimento de critérios que evidenciem o desenvolvimento da competência avaliada;

escolha dos instrumentos de avaliação a serem utilizados;

atribuição de um conceito que expresse o desenvolvimento do aluno, em conformidade com a Organização Didático-Pedagógica do Câmpus Gaspar.

No processo de formação por competências, as notas tradicionais fazem pouco sentido. Para fins da certificação e habilitação, entretanto, torna-se necessária uma classificação final que possa traduzir o grau de capacidade que o aluno evidencia no processo de formação, após ter participado do conjunto diversificado de atividades curriculares oferecidas.

Nesse sentido, estas diretrizes preveem que o ensino técnico de nível médio terá 3 conceitos finais para aprovação e 1 para reprovação. Serão eles:

excelente (quando é capaz de desempenhar com destaque todas as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão);

proficiente (quando é capaz de desempenhar a contento, todas as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão);

suficiente (quando é capaz de desempenhar o mínimo das competências essenciais exigidas pelo perfil profissional de conclusão);

insuficiente (quando não é capaz de desempenhar o mínimo das competências essenciais exigidas pelo perfil profissional de conclusão).

De acordo com os conceitos apresentados, o registro final fica da seguinte forma:

Apto: quando o aluno apresenta um dos 3 conceitos de aprovação (excelente, proficiente ou suficiente).

Não apto: quando o aluno apresenta o conceito de reprovação (insuficiente) em mais de duas unidades curriculares.

Pendente: quando o aluno apresenta o conceito de reprovação (insuficiente) em até duas unidades curriculares.

Os instrumentos utilizados para o registro do processo de avaliação da aprendizagem serão os disponíveis no Sistema Acadêmico do IF-SC.

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