Projeto Político Pedagógico

O curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica do IFSC, campus Rau está voltado a formar o profissional que venha a atender ao perfil descrito no Catalogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (SETEC-MEC, 2016), p. 117.

Desta forma, o(a) Tecnólogo(a) em Fabricação Mecânica “Planeja, controla e gerencia processos produtivos. Especifica e desenvolve produtos, processos de fabricação mecânica e gerencia projetos. Identifica e avalia a qualidade dos produtos e dos processos de reciclagem envolvidos. Afere a qualidade dos produtos e dos processos de reciclagem envolvidos. Pesquisa e otimiza a qualidade, viabilidade e sustentabilidade dos processos e da indústria de fabricação mecânica. Coordena equipes de trabalho. Vistoria, avalia e emite parecer técnico em sua área de formação”.

O Tecnólogo em Fabricação Mecânica deve ser consciente do seu papel social, trabalhando segundo princípios éticos, com respeito ao meio ambiente e às diferenças individuais.

A área/campo de atuação do egresso do curso de Tecnologia em Fabricação Mecânica está em consonância com o descrito no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Desta forma, este profissional poderá atuar nas seguintes áreas de trabalho (SETEC-MEC, 2016), p. 117:

• Indústrias de manufatura e ferramentaria.

• Indústrias metalúrgicas.

• Indústrias siderúrgicas.

• Montadoras de automóveis.

• Institutos e Centros de Pesquisa.

• Instituições de Ensino, mediante formação requerida pela legislação vigente.

Ao final do curso, o tecnólogo em Fabricação Mecânica terá desenvolvido uma base técnicocientífica traduzida pelas seguintes competências gerais:

• auxiliar no planejamento, desenvolvimento e gerenciamento de projetos de sistemas mecânicos;

• desenvolver e otimizar parâmetros de usinagem, materiais e ferramentas;

• planejar e implantar arranjo funcional e leiaute do processo produtivo;

• controlar a capacidade e capabilidade dos processos de usinagem;

• gerenciar custos, pessoas e fornecedores dos processos de fabricação.

• analisar, implantar e controlar os processos de soldagem: materiais, equipamentos, execução e ensaios;

• controlar os processos de conformação mecânica;

• planejar, controlar e otimizar a manutenção de sistemas de produção mecânicos;

• planejar e executar procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade;

• gerenciar o processo de Planejamento, Programação e Controle da produção industrial (PPCP).

• Interpretar e aplicar normas de segurança, de saúde do trabalho e ambientais.

• Comunicar-se de forma adequada.

• Desenvolver habilidades que favoreçam a comunicação interpessoal bem como o trabalho em equipe;

A prática pedagógica desenvolvida no IFSC privilegia a formação do cidadão crítico e consciente do seu papel na sociedade. Nessa prática, o aluno se coloca como sujeito ativo no processo de aprendizagem, na interação com o conhecimento e com os demais sujeitos que compõem o processo educativo.

O curso tem como característica proporcionar uma maior interação entre professor e aluno, buscando o desenvolvimento das competências profissionais, utilizando métodos que motivem os alunos à construção das competências, à reflexão, à iniciativa, ao espírito empreendedor, à criatividade, à formação continuada, ao compromisso ético e social, à pesquisa, ao trabalho em equipe.

Esse sistema utiliza os seguintes princípios norteadores:

• formação humana integral e inclusiva;

• formação profissional voltada ao social;

• aprendizagem significativa;

• valor dos saberes prévios dos alunos nas atividades educativas;

• diversidade de atividades formativas;

• trabalho coletivo;

• pesquisa como princípio educativo;

• integração entre os saberes.

A concretização do processo educativo, segundo os princípios acima citados, dá-se por meio da utilização de metodologias diversificadas, considerando as competências profissionais a serem construídas ao longo da integralização do currículo nas unidades curriculares e buscando atualizações permanentes, agregando novas tecnologias nas estratégias de ensino.

De acordo com as especificidades das competências e as temáticas a serem desenvolvidas, podem-se aplicar várias metodologias voltadas ao ensino-aprendizagem, destacando-se dentre elas: trabalhos individuais, trabalhos em pequenos e grandes grupos, solução de problemas, pesquisa aplicada, estudo de caso, exposição oral, debates, visitas técnicas e culturais, jogos, simulações, palestras, seminários, projetos integradores, entre outros.

Chefe DEPE

Delcio Luís Demarchi

ensino.gw@ifsc.edu.br

(47) 3276-9600

 

Contato (NDE)

Prof. Dr. Gil Magno Portal Chagas, e-mail: gilchagas@ifsc.edu.br

Prof. Dr. Gerson Ulbricht, e-mail: gerson.ulbricht@ifsc.edu.br

Prof. Dr. Jean Senise Pimenta, e-mail: jean.pimenta@ifsc.edu.br

Profa. Msc. Lidiane Gonçalves de Oliveira - e-mail: lidiane@ifsc.edu.br

Prof. Msc. Stélio Jácomo Storti, e-mail: stelio@ifsc.edu.br

Prof. Dr. Edson Sidnei Maciel Teixeira edson.teixeira@ifsc.edu.br

Prof. Dr. Joel Stryhalski, e-mail: joel@ifsc.edu.br

A avaliação das competências relacionadas à unidade curricular é feita pelo docente e/ou docentes que orientam a unidade curricular. Para registro das avaliações, devem ser atribuídas notas inteiras de 0 a 10, sendo que a composição das diferentes avaliações realizadas ao longo do semestre, respeitando-se os pesos e especificidades de cada unidade curricular comporá a nota final, conforme definido no plano de aprendizagem da unidade curricular.

Dentre os possíveis instrumentos avaliativos a serem utilizados cita-se:

a) observação diária dos professores;

b) trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;

c) testes escritos, com ou sem consulta;

d) entrevistas e arguições;

e) resoluções de exercícios;

f) execução de experimentos ou projetos;

g) relatórios referentes aos trabalhos, experimentos, visitas e estágios;

h) trabalhos práticos;

i) avaliação de desempenho do estágio curricular obrigatório;

j) outros instrumentos que a prática pedagógica indicar.

Ao final da unidade curricular, o educando é considerado aprovado na unidade curricular se as 2 (duas) condições a seguir forem satisfeitas:

1ª condição: Se a frequência na unidade curricular for igual ou superior a 75%;

2ª condição: Se obtiver nota igual ou superior a 6,0.

O aluno é considerado reprovado na unidade curricular se não atender a qualquer uma das condições acima estabelecidas.

No decorrer do processo avaliativo, os alunos que demonstrarem dificuldades na construção das competências desenvolvidas no módulo, terão direito à recuperação paralela aos estudos desenvolvidos durante o semestre, de modo a tentar melhorar seu rendimento escolar através de nova atividade avaliativa. A avaliação de recuperação paralela está vinculada à participação do aluno nas atividades de recuperação de conteúdo, podendo ocorrer através de aulas programadas em horários extras, listas de exercícios, trabalhos práticos, ou outras formas propostas pelos professores e registradas no plano de aprendizagem da(s) unidade(s) curricular(es), visando ao melhor desenvolvimento do processo ensino e aprendizagem.

Durante o processo de avaliação, o aluno que se sentir prejudicado com o conceito recebido em uma determinada avaliação poderá recorrer à coordenação do curso num prazo de dois dias, após a divulgação do conceito, para requerer revisão. A coordenação do curso terá cinco dias para formar uma comissão a fim de emitir um parecer, conforme explicita o Regimento do Câmpus. A comissão, depois de instalada, terá um prazo de 3 (três) dias úteis para analisar e emitir parecer sobre a manutenção ou alteração do conceito.

Para a consolidação do processo de avaliação é realizada uma reunião de avaliação (conselho de classe) após as 10 primeiras semanas do semestre letivo e outra ao final do semestre. Essa reunião possui caráter deliberativo, e tem como objetivos: a reflexão, a decisão, a ação e a revisão da prática educativa, e ainda a emissão dos pareceres avaliativos dos docentes. Além do aspecto pedagógico da avaliação, a reunião de avaliação possibilita um momento de autoavaliação institucional, pois é planejada para que docentes e educandos se auto avaliem e façam a avaliação da atuação dos demais envolvidos no seu processo educacional.

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