Projeto Político Pedagógico

O Técnico em Saneamento é o profissional capacitado para exercer a função de assessoramento nas atividades de planejamento, projeto, construção, operação e manutenção de sistemas de saneamento de água, esgoto, resíduos sólidos, drenagem urbana e serviços funerários, da seguinte forma:
Estar comprometido com os direitos universais do homem e com a preservação do meio ambiente;
Possuir capacidade de expressão escrita e oral;
Desenvolver atividades individuais ou em grupo, conduzindo equipes, atuando com ética, responsabilidade, espírito inovador e empreendedor, com compromisso social e profissional;
Participar da elaboração de estudos preliminares para a implantação de sistemas sanitários, de água, limpeza pública, drenagem pluvial e serviços funerários;
Assessorar no planejamento, projeto e construção de equipamentos, unidades e sistemas de água, esgotos sanitários e industriais, limpeza pública e industrial, drenagem pluvial e disposições funerárias.

O campo de atuação da habilitação caracteriza-se por atuação como profissional autônomo e em empresas privadas ou públicas que atuem na área de Saneamento. Desenvolve atividades individuais ou em grupo, conduzindo equipes, atuando com ética, responsabilidade, espírito inovador e empreendedor, com compromisso social e profissional.

Ver PPC.

O Curso Técnico em Saneamento tem sua matriz curricular organizada em fases e seu processo de avaliação, centrado em competências. Este método requer dos professores a busca de metodologias diferenciadas das tradicionais que visam apenas à transferência de conhecimentos, para outras que promovam a construção e a criação de conhecimentos. O uso de novas tecnologias é outro fator que possibilita o desenvolvimento das habilidades especificadas em cada unidade curricular, entre elas a de aprender a aprender, possibilitando assim a formação do aluno, para além do período em que ele permanece no curso. As bases tecnológicas explicitadas em cada unidade curricular deverão estar bem consolidadas para a concretização das competências e habilidades que o aluno deverá construir ao longo de sua formação. O projeto integrador existente na 1ª fase será instrumento necessário para o desenvolvimento de iniciação à pesquisa, caracterizado pelo mergulho em novos conhecimentos, pela apresentação de novas situações e problemas vinculados à realidade. Na 2ª fase, o projeto integrador será desenvolvido com a finalidade de trabalhar Educação Ambiental e ampliar os conhecimentos relacionados às habilitações oferecidas pela instituição. Na 8ª fase, o projeto integrador desempenhará a função de integrar os fundamentos teóricos, a pesquisa científica, a aprendizagem profissional e as competências adquiridas ao longo do curso, através do desenvolvimento de atividades práticas supervisionadas. Entre estas atividades podemos relacionar estágio não obrigatório, projetos de pesquisa, projetos de extensão, de iniciação científica e bolsa de trabalho, desenvolvidos na área da química. As atividades desenvolvidas dentro do projeto integrador estarão contribuindo para a aquisição de competências e habilidades necessárias ao perfil profissional do egresso do Curso Técnico em Saneamento, permitindo o contato do aluno com o mundo do trabalho, além de prepará-los para futuras evoluções e ocupações dentro da área de Saneamento. Os trabalhos em equipe, os estudos de caso e outras metodologias, também serão empregadas para possibilitar a construção e criação do conhecimento, a aquisição de novos valores e o desenvolvimento de novas competências. As visitas técnicas serão práticas frequentes e possibilitarão ao aluno uma visão in
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loco dos processos envolvidos nas empresas e instituições públicas atuantes na áreas de saneamento e estarão presentes em várias unidades curriculares, principalmente nas últimas fases. A matriz curricular é composta por unidades curriculares de formação geral e específica, teóricas e práticas. As unidades curriculares teóricas serão desenvolvidas em salas de aula e em laboratórios quando se tratar de atividades de demonstração. As unidades curriculares práticas serão ministradas em laboratórios específicos, para realização de atividades práticas, como por exemplo: realização de experimentos e ensaios, pesquisas técnicas, operação de instrumentos analíticos, cujos resultados serão expressos em forma de relatórios ou ficha técnica. De acordo com a Resolução CNE/CEB 2/2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, os seguintes temas listados abaixo serão tratados de forma transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito dos demais componentes curriculares: 1. Educação Alimentar e Nutricional. 2. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e produzir conhecimento sobre a matéria. 3. Educação ambiental. 4. Educação para o trânsito. 5. Educação em direitos humanos. Para a operacionalização do tratamento dos temas transversais, no início de cada semestre, o coordenador do curso deverá realizar reunião com os docentes responsáveis pelas unidades curriculares envolvidas com estes temas.

Ver PPC.

A atividade de avaliação é uma característica intrínseca do ser humano, do seu conhecimento vital, pois ela orienta, de forma válida, as decisões individuais e coletivas.
“Conhecer algo equivale a avaliá-lo, atribuir-lhe um valor, um significado, a explicá-lo, e
isto tanto na experiência comum quanto nos mais sistemáticos processos científicos” (Bartolomeis, 1981). A avaliação no processo de construção do conhecimento na nova educação profissional deve ser um instrumento que possibilite a identificação do desenvolvimento (atitudes, conhecimentos e habilidades) do aluno e que forneça elementos para orientações necessárias, complementações e enriquecimento do processo. O parâmetro para a avaliação será naturalmente aquilo que se definiu alcançar. É certo que, para isso, é preciso definir as evidências da aprendizagem realizada ou da competência constituída. A avaliação ocorrerá durante o processo e deverá acompanhar o desenvolvimento do aluno na obtenção das competências requeridas para exercer a sua profissão, expressando sua cidadania. Para tanto deverão ser avaliados os conhecimentos, as habilidades e as atitudes dos alunos no desempenho de suas atividades. A cada conhecimento, habilidade ou atitude avaliada será atribuído um conceito. Nesse sentido, as diretrizes prevêem que o ensino técnico de nível médio, na modalidade integrado, terá 3 (três) conceitos finais para aprovação: Conceito Excelente
197 (E), Conceito Proficiente (P) e Conceito Suficiente (S), e 1 (um) conceito para
reprovação: Conceito Insuficiente (I).

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