Projeto Político Pedagógico

O egresso do Curso de Formação Continuada em Bovinocultura de Corte: Produção de carne de qualidade do pasto ao prato, terá as seguintes competências:

• Planejar, executar e gerenciar sistemas de produção de bovinos de corte, visando aumentar a eficiência produtiva e econômica da atividade, de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável e com a ética na produção animal;

• Atuar na atividade produtiva agropecuária, como elemento de transformação na comunidade onde está inserido;

• Manejar os animais de forma ética, respeitando os princípios e normas de bem-estar animal.

Com o Curso de Formação Continuada em Bovinocultura de Corte: Produção de carne de qualidade do pasto ao prato, espera-se que os egressos possam melhorar o funcionamento e a eficiência produtiva de suas propriedades. O egresso terá condições de atuar na melhoria dos processos produtivos agropecuários, bem como na administração das propriedades rurais, de modo a permitir o desenvolvimento duradouro e fomentar o processo de sucessão familiar no campo.

O egresso do Curso de Formação Continuada em Bovinocultura de Corte: Produção de carne de qualidade do pasto ao prato, terá as seguintes competências:

• Planejar, executar e gerenciar sistemas de produção de bovinos de corte, visando aumentar a eficiência produtiva e econômica da atividade, de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável e com a ética na produção animal;

• Atuar na atividade produtiva agropecuária, como elemento de transformação na comunidade onde está inserido;

• Manejar os animais de forma ética, respeitando os princípios e normas de bem-estar animal.

A metodologia refere-se aos fundamentos e pressupostos filosóficos que fundamentam a formação dos estudantes, que baseada em um currículo interdisciplinar e dinâmico, visa contribuir para que adquiram conhecimento, desenvolvam habilidades, competências e valores que possibilitem uma futura atuação profissional compromissada com critérios éticos, legais e de rigor científico.
Neste contexto, as estratégias de ensino referem-se aos meios utilizados pelos docentes na articulação do processo de ensino, em consonância com atividades e resultados esperados.
Podemos classificar estas práticas pedagógicas em aulas expositivas cujo ponto principal é a reflexão da teoria e da prática, onde destacamos algumas atividades:

• Aulas expositivas, reflexivas e dialogadas;
• Participação dos estudantes em eventos;
• Atividades de laboratório e aulas de campo;
• Atividades de trabalhos em equipe;
• Dinâmicas de grupo para avaliar a percepção dos alunos com relação aos temas propostos;
• Exibição de vídeos e discussão de seu conteúdo.
A articulação entre a teoria e prática, educação e trabalho, a busca da interdisciplinaridade e contextualização das bases tecnológicas são importantes para que o processo de formação dos estudantes contribua efetivamente para o desenvolvimento e aplicação das competências adquiridas.

O resultado desta construção é um indivíduo preparado com comportamento e entendimento de cidadão autônomo e competente.

Coordenador do Curso - Carolina de Castro Santos
Chefe do Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão - Tahis Regina Baú

A avaliação é um instrumento diagnóstico voltado ao crescimento estando a serviço de uma prática pedagógica para a transformação social localizando necessidades e compreendendo superações, aspectos atitudinais e culturais do educando. Sendo assim, neste curso, as avaliações acontecerão através de: avaliação diagnóstica, processual, formativa, somativa, continuada e diversificada. Outro fundamento é a continuidade, sendo a avaliação realizada durante todos os momentos do processo de ensino e aprendizagem, valorizando o crescimento do aluno qualitativa e quantitativamente.
A avaliação consiste em um conjunto de ações que permitem recolher dados, visando à análise da constituição das competências por parte do aluno, previstas no plano de curso. Os resultados da avaliação, bem como a frequência dos estudantes, serão registrados no diário de classe e transcritos para a ficha individual do estudante. O controle da frequência das aulas será de responsabilidade do professor, sob a supervisão da Coordenação dos Cursos FICs. Será obrigatória a frequência às atividades correspondentes a cada componente curricular, ficando nela reprovado o
estudante que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) das mesmas.
Ao longo do período letivo, o professor deverá fornecer ao estudante informações que permitam visualizar seus avanços e dificuldades encontrados na construção das competências. O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). O professor tem liberdade de atribuir valores fracionados de 0 a 10 nas avaliações parciais.
A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, através de:
I - observação diária dos estudantes pelos professores, em suas diversas atividades;
II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
III - testes e provas escritos, com ou sem consulta;
IV - entrevistas e arguições;
V - resoluções de exercícios;
VI - relatórios referentes à visitas técnicas;
VII - auto avaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe.
Os critérios para o aproveitamento de conhecimentos e competências seguirão o Regimento Didático Pedagógico, no título II – Dos cursos de Formação Inicial e Continuada – FIC ou Qualificação Profissional, capítulo VI, da validação de componentes curriculares.


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