Projeto Político Pedagógico

- Supervisão, coordenação e orientação técnica em atividades correlatas à automação;

- Atualização tecnológica e manutenção de sistemas de controle, máquinas e processos automatizados;

- Automação de processos e sistemas em setores industriais, comerciais e de serviço;

- Concepção e integração de sistemas de controle e automação;

- Composição de unidades de produção automatizadas;

- Desenvolvimento de produtos de instrumentação, controle, operação e supervisão de processos industriais;

- Ensino, pesquisa e extensão científica e tecnológica;

- Indústrias do setor produtivo, dos mais variados tipos, como: o Alimentos; o Mineração; o Química; o Siderurgia; o Automotiva; o Infraestrutura; 

- Automação da manufatura;

- Informática industrial;

- Empresas de energia elétrica: o Usinas geradoras; o Subestações automatizadas; o Transmissão e redes de distribuição automatizadas ou inteligentes;

- Unidades produtoras de matérias-primas diversas;

- Empresas de serviços automatizados diversos voltados ao uso do público em geral;

- Empresas de consultoria e implementação de sistemas de controle e automação de grande porte;

- Universidades e centros de pesquisa.

Reproduz-se abaixo o texto da CNE/CES 11/2002, mais especificamente do artigo 4º, que trata das competências e habilidades do profissional engenheiro. “A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades: I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia; VI - desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; VII - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; VIII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;IX - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; X - atuar em equipes multidisciplinares; XI - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; XII - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; XIII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia; XIV - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.”

conforme projeto

Jacson Rodrigo Dreher
depe.chapeco@ifsc.edu.br
(49)3313-1259

O processo de avaliação de ensino e aprendizagem está vinculado à concepção de escola, da relação do saber, aprender, ensinar. A avaliação é parte integrante do currículo, na medida em que a ele se incorpora como uma das etapas do processo pedagógico [10]. A avaliação da aprendizagem deve sempre ter a finalidade diagnóstica, que se volta para o levantamento das dificuldades dos alunos buscando a correção de rumos, à reformulação de procedimentos didático-pedagógicos e até mesmo de objetivos e metas. Portanto, a avaliação é um processo contínuo, permanente, permitindo a periodicidade no registro das dificuldades e avanços dos educandos [11]. A avaliação abrange todos os momentos e recursos que o professor utiliza no processo ensino-aprendizagem, tendo como objetivo principal o acompanhamento do processo formativo dos educandos, verificando como a proposta pedagógica vai sendo desenvolvida ou se processando, na tentativa de sua melhoria, ao longo do próprio percurso. A avaliação não privilegia a mera polarização entre o “aprovado” e o “reprovado”, mas sim a real possibilidade de mover os alunos na busca de novas aprendizagens [12].

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