Projeto Político Pedagógico

Atua nos processos administrativos de empresas urbanas e rurais, executando atividades de apoio nas áreas de recursos financeiros, produção, logística e vendas, observando os procedimentos operacionais e a legislação. Os egressos também levam consigo a importância do empreendedorismo, bem como, do cooperativismo para o desenvolvimento das comunidades. Por fim, são capacitados a executarem tarefas administrativas com o apoio da informática e observando a importância dos relacionamentos interpessoais.

O Auxiliar Administrativo, de um modo geral, atua auxiliando as atividades administrativas das organizações públicas e privadas. Esta atuação se dá nos mais variados segmentos presentes no mercado e na administração pública. Dessa forma, as principais áreas de atuação Auxiliar Administrativo são:

  • Executar serviços de caráter auxiliar nas áreas de administração geral, finanças, logística, materiais e empreendedorismo;
  • Atender fornecedores e clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços;
  • Tratar de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos.

• Conhecer formas contemporâneas de linguagem, almejando o exercício da cidadania e preparação para o trabalho;
• Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, estabelecendo estratégias de solução e integrando conhecimentos das ciências e de outros campos do saber;
• Entender a sociedade, sua gênese e a transformação dos fatores que nela intervêm, como produtos da ação humana e do seu papel como agente social.
• Executar processos administrativos de empresas, desenvolvendo atividades de apoio nas áreas de recursos financeiros, produção, logística e vendas.
• Desenvolver habilidades e competências empreendedoras para contribuir com a eficácia das organizações.
• Compreender as ciências como instrumento de interpretação da realidade através da observação e da experimentação sistemática.
• Articular os conhecimentos de diferentes áreas para atuar de forma crítica e cidadã sobre questões relacionadas ao ambiente, à cultura, à sociedade e ao mundo do trabalho.
• Investigar e estabelecer conjecturas a respeito de diferentes conceitos e propriedades matemáticas, empregando estratégias e recursos, como observação de padrões, experimentações e diferentes tecnologias.
• Compreender-se enquanto sujeito de direitos e deveres, reconhecendo uma visão histórica e crítica das relações sociais, em consonância com os princípios que regem os direitos humanos.

A prática pedagógica do Curso EJA-EPT Auxiliar em Administração orienta-se pelo Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e pelo Regulamento Didático Pedagógico do IFSC. No processo de ensino-aprendizagem, interagem cinco elementos fundamentais: aluno, professor, forma, conteúdo e a realidade técnico-científica e socioeconômica. O docente que atuará neste processo deve, além de possuir os conhecimentos teórico-práticos adequados e estar capacitado pedagogicamente, buscar constantemente a validade de novos conceitos e interpretações, viver em termos práticos como reflexão crítica, conhecer e refletir sobre técnicas e procedimentos educacionais e entender e aceitar a diversidade do corpo discente. Buscando a construção do seu conhecimento, o educando, profissional em formação, precisa conhecer a realidade a qual encontrará, avaliar os problemas apresentados, buscar e aplicar soluções prováveis e, sobretudo, refletir criticamente sobre os resultados. Além disso, em uma sociedade em constante mudança, o profissional também deve agir proativamente na melhoria e otimização de processos dentro de sua área de atuação, antecipando-se a possíveis problemas futuros. A prática de relacionar os conceitos teóricos e práticos para além dos limites da sala de aula, incentivada desde o início do curso, conscientiza os alunos do importante papel profissional do Auxiliar em Administração e sua contribuição na sociedade. As práticas pedagógicas e os métodos de ensino utilizados em cada unidade curricular devem ser estabelecidos no respectivo plano de ensino, definidos pelo professor responsável e aprovados pelo Colegiado do curso. De uma forma geral, podemos destacar algumas atividades, tais como: aulas teóricas expositivas e dialogadas, estudos dirigidos, trabalhos realizados em grupo e individuais, participação em eventos e feiras da área, elaboração de relatórios, elaboração e desenvolvimento de projetos, trabalhos de pesquisa. Estas práticas pedagógicas podem ser atendidas em parte ou de forma total na promoção do conhecimento e formação do profissional, além de promover a problematização e contextualização dos temas do curso, assegurando a inter-relação do tripé ensino, pesquisa e extensão. Neste contexto, também é importante promover ao máximo a interdisciplinaridade, visto que a prática permite ao aluno, de modo mais amplo do que seria possível em uma unidade curricular individual, a reflexão, discussão e compreensão dos conhecimentos, alcançando uma visão unitária e comum do saber. Serão realizadas reuniões periódicas entre os professores do curso, para debater estratégias visando estabelecer a melhor integração entre as diferentes unidades curriculares. As atividades extraclasse, como as visitas técnicas, complementam e dinamizam o processo de aprendizagem, além de proporcionar a integração recíproca entre várias unidades curriculares, levando ao aluno a reflexão e integração dos diversos conhecimentos vistos na sala de aula. O resultado deste processo é um egresso preparado para o mundo do trabalho, com comportamento e entendimento de cidadão autônomo e competente, com capacidade de tomar iniciativa e trabalhar auxiliando Administração de organizações públicas e privadas.

 

Raquel Franciscatti dos Reis

raquel.franciscatti@ifsc.edu.br

(49) 3236-3113

Os trabalhadores-estudantes enfrentam diversas dificuldades de aprendizagem. Entre as possíveis causas estão a idade dos alunos, o tempo que estiveram longe da escola, a falta de hábito de estudo, a incompreensão dos conteúdos, o não uso da língua na norma culta e a não compreensão da necessidade de estudar determinados componentes curriculares. Ao retornarem à escola precisam compreendê-la como um espaço de relações, diálogos, reflexões e aprendizagens enquanto experiências significativas em suas vidas. Entre os princípios considerados pela Instituição, e em consonância com o Regimento Didático Pedagógico (RDP) do IFSC, a avaliação prima pelo caráter diagnóstico e formativo, devendo ser processual, somativa, continuada e diversificada. A avaliação como ato diagnóstico e como processo contínuo tem por objetivo a inclusão, subsidiando ações que viabilizem tanto o domínio técnico como o domínio dos demais aspectos relevantes à formação do cidadão. Serve para indicar avanços e dificuldades na ação educativa, devendo subsidiar a reflexão da prática pedagógica. A avaliação não deve ser um instrumento de classificação, de seleção ou de exclusão social, mas de construção coletiva dos sujeitos e de uma escola de qualidade. A título de exemplificação, apresenta-se, na sequência, as múltiplas dimensões elucidadas neste projeto sobre o funcionamento do processo avaliativo: Diagnóstica: na medida em que caracteriza o desenvolvimento do trabalhador-estudante no processo de ensino-aprendizagem, visualizando avanços e dificuldades e realizando ajustes, tomando decisões necessárias às estratégias de ensino e ao desempenho dos sujeitos do processo; Processual: quando reconhece que a aprendizagem acontece em diferentes tempos, por processos singulares e particulares de cada sujeito, tem ritmos próprios e lógicas diversas, em função de experiências anteriores mediadas por necessidades múltiplas e por vivências individuais que integram e compõem o repertório a partir do qual realiza novos aprendizados, e ressignifica os antigos; Formativa: na medida em que o sujeito tem consciência da atividade que desenvolve, dos objetivos da aprendizagem, podendo participar da regulação da atividade de forma consciente, segundo estratégias metacognitivas que precisam ser compreendidas pelos educadores. Pode expressar seus erros, como hipóteses de aprendizagem, limitações, expressar o que sabe, o que não sabe e o que precisa saber; Somativa: expressa o resultado referente ao desempenho do trabalhador-estudante durante o curso, por meio de menções, relatórios ou notas. A intervenção dos professores no processo avaliativo é fundamental para a reorientação e o redimensionamento da prática pedagógica. Os professores procuram perceber as dificuldades e buscar estratégias metodológicas visando a superação delas, seja com orientações individuais ou em grupo, ou com palestras para toda a turma. Especificamente na operação de ferramentas, as avaliações acontecerão de forma teórico-prática, ou seja, de forma que o aluno possa expressar as habilidades pessoais e registrar os conhecimentos de forma escrita e oral. A avaliação se dará durante todos os momentos do processo de ensino e aprendizagem, valorizando o crescimento do estudante qualitativa e quantitativamente. Haverá recuperação paralela de conteúdos e avaliações. A recuperação de estudos deverá compreender a realização de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das competências. Sobre o processo avaliativo dos trabalhadores-estudantes, suas funções primordiais são: Obter evidências sobre o desenvolvimento do conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à constituição de competências, visando à tomada de decisões sobre o encaminhamento dos processos de ensino e aprendizagem e/ou a progressão do estudante para o semestre seguinte; Analisar a consonância do trabalho pedagógico com as finalidades educativas previstas no Projeto Pedagógico do Curso. Estabelecer previamente, por componente curricular, critérios que permitam visualizar os avanços e as dificuldades dos estudantes na constituição das competências. Considera-se que a avaliação de aprendizagem é uma ação de acompanhamento dos trabalhadores-estudantes do curso, sendo oportunizadas atividades substitutivas à avaliações não realizadas, por meio de processo específico, atendendo os dispostos no Regulamento Didático Pedagógico do IFSC (RDP). Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor. Para a aprovação o aluno deverá atingir, no mínimo, 75% de frequência em cada unidade curricular. 

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