Projeto Político Pedagógico

Ao concluir o curso Técnico Subsequente em Logística, o egresso estará apto a auxiliar nos serviços de apoio às atividades e rotinas administrativas da área de logística, das quais pode-se destacar: “Realiza procedimentos de transportes, armazenamento e distribuição das cadeias de suprimentos. Agenda programa de manutenção de máquinas e equipamentos. Supervisiona processos de compras, recebimento, movimentação, expedição e distribuição de materiais e produtos. Presta serviços de atendimento aos clientes” (CNCT, 2016, p.87).

Conforme prevê o CNCT (2016, p.87), o Técnico Subsequente em Logística pode atuar em “Instituições públicas, privadas e do terceiro setor”, envolvendo empresas da área da indústria, comércio, serviços, agronegócio e organizações sem fins lucrativos. É um profissional que auxilia no desenvolvimento de ações ligadas ao planejamento, execução, organização e controle de operações nos processos logísticos da organização, desenvolvendo competências nas mais diversas áreas, seja em suprimentos, produção, distribuição e/ou logística reversa e nas relações interpessoais dos agentes nas organizações.

O Curso Técnico Subsequente em Logística foi elaborado com a perspectiva de formar profissionais que tenham uma visão sistêmica das operações logísticas e suas interfaces com as demais áreas da empresa, contextualizado a realidade, as necessidades e as particularidades regionais com práticas contemporâneas em logística. Com o desenvolvimento de habilidades e com a utilização de ferramentas gerenciais e técnicas, o egresso poderá:
- Compreender os diversos setores de funcionamento da área de logística;
- Participar do planejamento logístico da empresa;
- Gerir recursos materiais da área;
- Controlar custos logísticos;
- Planejar atividades de movimentação, expedição e distribuição;
- Executar os processos de abastecimento.

Avaliação da aprendizagem
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de forma contínua e está baseada em competências. A avaliação da competência considera a capacidade do educando articular conhecimentos, habilidades e atitudes; tem caráter diagnóstico e formativo permitindo que a recuperação aconteça durante o processo de ensi-no/aprendizagem. Suas funções primordiais são evidenciar o desenvolvimento do con-junto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à constituição de compe-tências. Também serve para que o professor tenha subsídios que sustentem tomadas de decisões sobre o encaminhamento dos processos de ensino e aprendizagem e a progressão dos alunos e sobre seu próprio papel no fazer educativo.
Conforme o Capítulo VII do Regulamento Didático Pedagógico (RDP), os instrumen-tos de avaliação serão diversificados e deverão constar no plano de ensino do compo-nente curricular, estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, labo-ralidade e cidadania. As avaliações podem constar de:
I - Observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
III - Testes e provas escritos, com ou sem consulta;
IV - Entrevistas e arguições;
V - Resoluções de exercícios;
VI - Planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
VII - Relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
IX - Realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
X - Autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
XI - Demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.
As avaliações serão registradas no diário de classe, sendo analisadas conjuntamen-te com os alunos e devolvidas aos mesmos, no prazo máximo de 15 (quinze) dias letivos
após sua aplicação.
O aluno terá nova oportunidade de prestar atividades de avaliação não realizadas por motivo de doença ou por falecimento de familiares, convocação do judiciário e do serviço militar, desde que encaminhe, em até 2 (dois) dias letivos contados do final do afastamento, um requerimento à Coordenadoria de Curso, com os documentos compro-batórios do impedimento. O requerimento deverá indicar a data e o horário das ativida-des de avaliação não realizadas, o componente curricular e o nome do seu professor.
Para comprovação de ausência por motivo de saúde, somente será aceito o atesta-do médico ou o odontológico.
A recuperação de estudos, a que todos os alunos têm direito, compreenderá a reali-zação de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam pro-mover a aprendizagem. As novas das atividades ocorrerão, preferencialmente, no horá-rio regular de aula, podendo ser criadas estratégias alternativas que atendam necessi-dades específicas, tais como atividades sistemáticas em horário de atendimento paralelo e estudos dirigidos.
Ao final dos estudos de recuperação, o aluno será submetido à nova avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
O controle da frequência às aulas será de responsabilidade do professor de cada componente curricular, sob a supervisão da Coordenadoria de Curso. Será obrigatória a frequência das atividades correspondentes a cada componente curricular, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) dessas atividades.
Cabe ao aluno acompanhar a sua frequência às aulas. Cabe ao conselho de classe a deliberação sobre excesso de faltas, considerando os motivos devidamente documen-tados. A frequência do aluno no componente curricular será computada a partir da data de sua matrícula.
O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). Ao aluno que comparecer a menos de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária es-tabelecida no PPC para o componente curricular será atribuído o resultado 0 (zero).
O registro de cada componente curricular será realizado pelo professor no diário de classe na forma de valores inteiros de 1 (um) a 10 (dez). A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final. A avaliação será realizada, em cada componen-te curricular, considerando os objetivos ou competências propostas no plano de ensino. O professor tem liberdade de atribuir valores fracionados de 0 a 10 nas avaliações parci-ais.

Chefe DEPE
Professor Gabriel Mathias Ferrari
Endereço de e-mail: depe.slo@ifsc.edu.br
Telefone: (49) 3344 - 8495

Contato
Professor Gabriel Mathias Ferrari
Endereço de e-mail: gabriel.ferrari@ifsc.edu.br
Telefone: (49) 9 9933 - 5151

A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de forma contínua e está baseada em competências. A avaliação da competência considera a capacidade do educando articular conhecimentos, habilidades e atitudes; tem caráter diagnóstico e formativo permitindo que a recuperação aconteça durante o processo de ensi-no/aprendizagem. Suas funções primordiais são evidenciar o desenvolvimento do con-junto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à constituição de compe-tências. Também serve para que o professor tenha subsídios que sustentem tomadas de decisões sobre o encaminhamento dos processos de ensino e aprendizagem e a progressão dos alunos e sobre seu próprio papel no fazer educativo.
Conforme o Capítulo VII do Regulamento Didático Pedagógico (RDP), os instrumen-tos de avaliação serão diversificados e deverão constar no plano de ensino do compo-nente curricular, estimulando o aluno à: pesquisa, reflexão, iniciativa, criatividade, labo-ralidade e cidadania. As avaliações podem constar de:
I - Observação diária dos alunos pelos professores, em suas diversas atividades;
II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva;
III - Testes e provas escritos, com ou sem consulta;
IV - Entrevistas e arguições;
V - Resoluções de exercícios;
VI - Planejamento ou execução de experimentos ou projetos;
VII - Relatórios referentes aos trabalhos, experimentos ou visitas técnicas;
VIII - atividades práticas referentes àquela formação;
IX - Realização de eventos ou atividades abertas à comunidade;
X - Autoavaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe;
XI - Demais instrumentos que a prática pedagógica indicar.
As avaliações serão registradas no diário de classe, sendo analisadas conjuntamen-te com os alunos e devolvidas aos mesmos, no prazo máximo de 15 (quinze) dias letivos
após sua aplicação.
O aluno terá nova oportunidade de prestar atividades de avaliação não realizadas por motivo de doença ou por falecimento de familiares, convocação do judiciário e do serviço militar, desde que encaminhe, em até 2 (dois) dias letivos contados do final do afastamento, um requerimento à Coordenadoria de Curso, com os documentos compro-batórios do impedimento. O requerimento deverá indicar a data e o horário das ativida-des de avaliação não realizadas, o componente curricular e o nome do seu professor.
Para comprovação de ausência por motivo de saúde, somente será aceito o atesta-do médico ou o odontológico.
A recuperação de estudos, a que todos os alunos têm direito, compreenderá a reali-zação de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam pro-mover a aprendizagem. As novas das atividades ocorrerão, preferencialmente, no horá-rio regular de aula, podendo ser criadas estratégias alternativas que atendam necessi-dades específicas, tais como atividades sistemáticas em horário de atendimento paralelo e estudos dirigidos.
Ao final dos estudos de recuperação, o aluno será submetido à nova avaliação, cujo resultado será registrado pelo professor, prevalecendo o maior valor entre o obtido na avaliação realizada antes da recuperação e o obtido na avaliação após a recuperação.
O controle da frequência às aulas será de responsabilidade do professor de cada componente curricular, sob a supervisão da Coordenadoria de Curso. Será obrigatória a frequência das atividades correspondentes a cada componente curricular, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) dessas atividades.
Cabe ao aluno acompanhar a sua frequência às aulas. Cabe ao conselho de classe a deliberação sobre excesso de faltas, considerando os motivos devidamente documen-tados. A frequência do aluno no componente curricular será computada a partir da data de sua matrícula.
O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). Ao aluno que comparecer a menos de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária es-tabelecida no PPC para o componente curricular será atribuído o resultado 0 (zero).
O registro de cada componente curricular será realizado pelo professor no diário de classe na forma de valores inteiros de 1 (um) a 10 (dez). A decisão do resultado final, pelo professor, dependerá da análise do conjunto de avaliações, suas ponderações e as discussões do conselho de classe final. A avaliação será realizada, em cada componen-te curricular, considerando os objetivos ou competências propostas no plano de ensino. O professor tem liberdade de atribuir valores fracionados de 0 a 10 nas avaliações parci-ais.

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