Projeto Político Pedagógico

Difundir conhecimentos técnicos e tecnológicos que permitam aprimorar as práticas de manejo na cultura do milho. Contribuir na formação de agricultores capacitados na condução da cultura do milho para a obtenção de altos rendimentos. Estimular o uso racional de insumos agrícolas para garantir sustentabilidade no processo produtivo. Dialogar com agricultores familiares para percepção de suas realidades locais e definir estratégias de intervenção.

Com o Curso de Formação Continuada em Manejo da Cultura do Milho para Altos Rendimentos, espera-se que os egressos possam atuar na condução eficiente e sustentável da cultura do milho com elevada eficiência técnica e produtiva. O egresso terá condições de atuar na melhoria dos processos produtivos empregados no manejo da cultura do milho dentro da propriedade rural, permitindo maior autonomia do produtor para a tomada de decisões necessárias na condu- ção da cultura, permitindo desenvolvimento duradouro e sucessão familiar no campo.

O trabalhador estudante egresso do Curso de Formação Continuada em Manejo da Cultura do Milho para Altos Rendimentos deverá manifestar competências gerais, listadas a seguir:  Identificar genótipos de milho mais adaptados para o objetivo desejado assim como compatíveis com o ecossistema local.  Conduzir a cultura do milho dentro de técnicas agronômicas compatíveis com a cultura para que a mesma expresse seu potencial produtivo.  Relacionar as fases fenológicas da cultura com as necessidades nutricionais e edafoclimáticas da região.  Realizar o manejo de pragas, doenças e plantas daninhas de forma eficiente e racional.  Desenvolver o planejamento das atividades necessárias para a condução e manejo da cultura.

A metodologia refere-se aos fundamentos e pressupostos filosóficos que fundamentam a formação dos agricultores, que baseada em um currículo interdisciplinar e dinâmico, visa contribuir para que os produtores rurais adquiram conhecimento, desenvolvam habilidades, competências e valores que possibilitem uma futura atuação profissional compromissada com critérios éticos, legais e de rigor científico. Neste contexto, as estratégias de ensino referem-se aos meios utilizados pelos docentes na articulação do processo de ensino, em consonância com atividades e resultados esperados. Podemos classificar estas práticas pedagógicas em aulas expositivas cujo ponto principal é a reflexão da teoria e da prática, onde destacamos algumas atividades:  Aulas expositivas, reflexivas e dialogadas;  Participação dos trabalhadores estudantes em eventos;  Atividades de laboratório e aulas de campo;  Atividades de trabalhos em equipe;  Dinâmicas de grupo para avaliar a percepção dos alunos com relação aos temas propostos;  Exibição de vídeos e discussão de seu conteúdo. A articulação entre a teoria e prática, educação e trabalho, a busca da interdisciplinaridade e contextualização das bases tecnológicas são importantes para que o processo de formação dos agricultores contribua efetivamente para o desenvolvimento e aplicação das competências adquiridas. O resultado desta construção é um indivíduo preparado com comportamento e entendimento de cidadão autônomo e competente.

4. Nome do responsável pelo projeto: Coordenador do Curso - Douglas Antonio Rogeri Chefe do Departamento de Ensino, Pesquisa e Extensão - Tahis Regina Baú 5. Contatos: Tahis Regina Baú, ensino.smo@ifsc.edu.br (49) 3631-0405 Douglas Antônio Rogeri, nivelfic.smo@ifsc.edu.br, (49) 3631-0406

A avaliação é integrante dos processos de gestão, de ensino e de aprendizagem, portanto, a avaliação deverá ser diagnóstica (partindo do conhecimento dos educandos para o dimensionamento metodológico do processo de ensino e aprendizagem) e participativa, (envolvendo todos no processo de aprendizagem, estimulando-os a tornarem-se sujeitos de sua constituição avaliativa bem como da construção de seus saberes). A avaliação também deverá ser formativa, (acompanhando o desenvolvimento do educando, de forma processual e contínua, percebendo as dificuldades no decorrer do processo e, a partir disso, reorientando-o). A avaliação consiste em um conjunto de ações que permitem recolher dados, visando à análise da constituição das competências por parte do aluno, previstas no plano de curso. Os resultados da avaliação, bem como a frequência dos estudantes, serão registrados no diário de classe sendo analisadas conjuntamente com os alunos e devolvidas aos mesmos, no prazo máximo de 15 (quinze) dias letivos após sua aplicação. O controle da frequência das aulas será de responsabilidade do professor, sob a supervisão da Coordenação dos Cursos FICs. Será obrigatória a frequência às atividades correspondentes a cada componente curricular, ficando nela reprovado o estudante que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) das mesmas. Ao longo do período letivo, o professor deverá fornecer ao estudante informações que permitam visualizar seus avanços e dificuldades encontrados na construção das competências. O resultado da avaliação final será registrado por valores inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). O resultado mínimo para aprovação em um componente curricular é 6 (seis). O professor tem liberdade de atribuir valores fracionados de 0 a 10 nas avaliações parciais. A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, através de: I - observação diária dos estudantes pelos professores, em suas diversas atividades

A verificação do rendimento escolar será feita de forma diversificada, através de: I - observação diária dos estudantes pelos professores, em suas diversas atividades; II - trabalhos de pesquisa individual ou coletiva; III - testes e provas escritos, com ou sem consulta; IV - entrevistas e arguições; V - resoluções de exercícios; VI - relatórios referentes à aula prática; VII - auto avaliação descritiva e avaliação pelos colegas da classe. Os critérios para o aproveitamento de conhecimentos e competências seguirão o Regimento Didático Pedagógico, no título II – Dos cursos de Formação Inicial e Continuada – FIC ou Qualificação Profissional, capítulo VI, da validação de componentes curriculares.

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