Projeto Político Pedagógico

Um indivíduo apto a compreender a manipulação e o funcionamento de diferentes dispositivos laboratoriais, levando a realizar procedimentos e técnicas de forma mais segura e competente, dentro de parâmetros e normas de segurança.

Qualificar e aperfeiçoar os participantes para a operação e o manuseio de
equipamentos e dispositivos empregados na rotina de trabalho de laboratórios de
biotecnologia, química, análises clínicas, etc, contextualizando aspectos de segurança
e comportamento.

O egresso do Curso de Formação Continuada em Instrumentação para Laboratórios é capaz de entender e aplicar métodos adequados de operação e manuseio de diferentes dispositivos laboratoriais, inseridos no contexto prático do profissional técnico da área de biotecnologia, química, agroindústria, dentre outras.

A elaboração do currículo por competências implica em ações pedagógicas que possibilitem ao aluno de forma solidária a construção do conhecimento. Nesse processo, a construção de novos saberes se dá em espaços em que alunos e professores são sujeitos de uma relação crítica e criadora. Assim, a intervenção pedagógica se dá mediante atividades que privilegiam a relação: aluno-professor e aluno-aluno. O fazer pedagógico se dá através de atividades pedagógicas que privilegiam a experiência vivenciada no ato de aprender. A partir desse princípio serão desenvolvidas aulas práticas, dialogadas e expositivas com a utilização de equipamentos multimídia. Para o desenvolvimento das competências do manipulador de alimentos serão realizadas visitas para identificação
das atividades na prática do local de trabalho. Todas as aulas serão complementadas com exercícios e atividades em grupo para a fixação das competências.

Michael Ramos Nunes

A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de forma contínua e está baseada em competências. A Avaliação da Competência considera a capacidade do acadêmico articular conhecimentos, habilidades e atitudes; tem caráter diagnóstico e formativo permitindo que a recuperação aconteça durante o processo de ensino/aprendizagem. Suas funções primordiais são evidenciar o desenvolvimento do conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à constituição de competências. Também serve para que o professor tenha subsídios que sustentem tomadas de decisões sobre o encaminhamento dos processos de ensino e aprendizagem e a progressão dos alunos e sobre seu próprio papel no fazer educativo. Os critérios de avaliação pré-estabelecidos serão compartilhados entre as partes envolvidas no processo, sendo claramente expostos aos alunos: o que garante transparência e honestidade à prática avaliativa. Estes critérios permitirão a percepção dos avanços e das dificuldades dos alunos na construção das competências, além de servirem de referência para o aluno avaliar sua trajetória ao longo da unidade curricular. Os registros das avaliações são feitos de acordo com a nomenclatura que segue: 

E - Excelente;
P - Proficiente;
S - Suficiente;
I - Insuficiente.
O conceito final será atribuído e o aluno só será aprovado se atingir o conceito mínimo S – suficiente – para o curso. Ressalta-se que somente haverá atribuição de conceito avaliativo e, conseqüentemente, possibilidade de certificação se o aluno apresentar, ao término do curso, freqüência presencial igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento). Para fins de reavaliação, no caso de ser atribuído ao aluno o conceito I – insuficiente, será lhe assegurado, ao longo do curso, pelo menos um (um) instrumento reavaliativo relacionado ao tema no qual o mesmo ficou pendente.

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