Projeto Político Pedagógico

Os trabalhadores auxiliares nos serviços de alimentação auxiliam outros profissionais da área no pré-preparo, preparo e processamento de alimentos, na montagem de pratos. Verificam aqualidade dos gêneros alimentícios, minimizando riscos de contaminação. Trabalham em conformidade às normas e procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene e saúde.(Fonte: CBO).

Ainda de acordo com a estrutura curricular do curso o egresso estará apto a auxiliar o cozinheiro no preparo de alimentos e organização da cozinha. Realizará higienização, cortes, proporcionamento, congelamento, armazenamento, e conservação adequada de frutas, verduras, derivados do leite, carnes, aves, peixes, crustáceos e frutos do mar. Realizará preparações prévias de molhos, massas, cremes, guarnições e sobremesas. Executará a mise em place, a organização operacional e a higienização da cozinha, de acordo com as condições de segurança no local de trabalho.

5135-05 - Auxiliar nos serviços de alimentação (CBO)
Ajudante de churrasqueiro, Ajudante de confeiteiro, Ajudante de cozinha, Ajudante de padeiro, Ajudante de pizzaiolo, Ajudante de sushiman, Auxiliar de churrasqueiro, Auxiliar de confeiteiro, Auxiliar de cozinha, Auxiliar de padeiro, Auxiliar de pizzaiolo, Auxiliar de sushiman, Forneiro (pizzaria), Lavador de pratos, Saladeiro, Salgadeiro (Fonte: CBO).


Complementando o disposto no Catálogo Brasileiro de Ocupações o egresso Auxiliar de Cozinha estará apto a trabalhar na manipulação de alimentos em espaços de cozinhas comerciais, industriais e institucionais, padarias, lanchonetes, restaurantes, cozinhas de meios de hospedagem, preparo de alimentação para eventos e em outros empreendimentos que pertençam à categoria de serviços de alimentação e bebidas.

- Conhecer formas contemporâneas de linguagem, almejando o exercício da cidadania e prepara-
ção para o trabalho;

- Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações, esta-
belecendo estratégias de solução e integrando conhecimentos das ciências e de outros campos

do saber;

- Entender a sociedade, sua gênese e a transformação dos fatores que nela intervêm, como pro-
dutos da ação humana e do seu papel como agente social.

- Executar operações básicas em cozinha, considerando os aspectos higiênico-sanitários de
responsabilidade profissional e socioambiental.
- Compreender as ciências como instrumento de interpretação da realidade através da
observação e da experimentação sistemática.
- Articular os conhecimentos de diferentes áreas para atuar de forma crítica e cidadã sobre
questões relacionadas ao ambiente, à cultura, à sociedade e ao mundo do trabalho.
- Investigar e estabelecer conjecturas a respeito de diferentes conceitos e propriedades
matemáticas, empregando estratégias e recursos, como observação de padrões,
experimentações e diferentes tecnologias.
- Compreender-se enquanto sujeito de direitos e deveres, reconhecendo uma visão histórica e
crítica das relações sociais, em consonância com os princípios que regem os direitos humanos.

Os trabalhadores-estudantes enfrentam diversas dificuldades de aprendizagem. Entre as possíveis causas estão a idade dos alunos, o tempo que estiveram longe da escola, a falta de hábito de estudo, a incompreensão dos conteúdos, o não uso da língua na norma culta e a não compreensão da necessidade de estudar determinados componentes curriculares. Ao retornarem à escola precisam compreendê-la como um espaço de relações, diálogos, reflexões e aprendizagens enquanto experiências significativas em suas vidas.
Entre os princípios considerados pela Instituição, e em consonância com o Regimento
Didático Pedagógico (RDP) do IFSC, a avaliação prima pelo caráter diagnóstico e formativo,
devendo ser processual, somativa, continuada e diversificada. A avaliação como ato diagnóstico e
como processo contínuo tem por objetivo a inclusão, subsidiando ações que viabilizem tanto o
domínio técnico como o domínio dos demais aspectos relevantes à formação do cidadão. Serve
para indicar avanços e dificuldades na ação educativa, devendo subsidiar a reflexão da prática
pedagógica. A avaliação não deve ser um instrumento de classificação, de seleção ou de exclusão
social, mas de construção coletiva dos sujeitos e de uma escola de qualidade.
A título de exemplificação, apresenta-se, na sequência, as múltiplas dimensões elucidadas
neste projeto sobre o funcionamento do processo avaliativo:
 Diagnóstica: na medida em que caracteriza o desenvolvimento do trabalhador-estudante
no processo de ensino-aprendizagem, visualizando avanços e dificuldades e realizando
ajustes, tomando decisões necessárias às estratégias de ensino e ao desempenho dos
sujeitos do processo;
 Processual: quando reconhece que a aprendizagem acontece em diferentes tempos, por
processos singulares e particulares de cada sujeito, tem ritmos próprios e lógicas diversas,
em função de experiências anteriores mediadas por necessidades múltiplas e por
vivências individuais que integram e compõem o repertório a partir do qual realiza novos
aprendizados, e ressignifica os antigos;
 Formativa: na medida em que o sujeito tem consciência da atividade que desenvolve, dos
objetivos da aprendizagem, podendo participar da regulação da atividade de forma

consciente, segundo estratégias metacognitivas que precisam ser compreendidas pelos
educadores. Pode expressar seus erros, como hipóteses de aprendizagem, limitações,
expressar o que sabe, o que não sabe e o que precisa saber;
 Somativa: expressa o resultado referente ao desempenho do trabalhador-estudante
durante o curso, por meio de menções, relatórios ou notas.
A intervenção dos professores no processo avaliativo é fundamental para a reorientação e
o redimensionamento da prática pedagógica. Os professores procuram perceber as dificuldades e
buscar estratégias metodológicas visando a superação delas, seja com orientações individuais ou
em grupo, ou com palestras para toda a turma. Especificamente na operação de ferramentas, as
avaliações acontecerão de forma teórico-prática, ou seja, de forma que o aluno possa expressar
as habilidades pessoais e registrar os conhecimentos de forma escrita e oral.
A avaliação se dará durante todos os momentos do processo de ensino e aprendizagem,
valorizando o crescimento do estudante qualitativa e quantitativamente. Haverá recuperação
paralela de conteúdos e avaliações. A recuperação de estudos deverá compreender a realização
de novas atividades pedagógicas no decorrer do período letivo, que possam promover a
aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das competências.
Sobre o processo avaliativo dos trabalhadores-estudantes, suas funções primordiais são:
 Obter evidências sobre o desenvolvimento do conjunto de conhecimentos, habilidades e
atitudes necessárias à constituição de competências, visando à tomada de decisões sobre
o encaminhamento dos processos de ensino e aprendizagem e/ou a progressão do
estudante para o semestre seguinte;
 Analisar a consonância do trabalho pedagógico com as finalidades educativas previstas no
Projeto Pedagógico do Curso.
 Estabelecer previamente, por componente curricular, critérios que permitam visualizar os
avanços e as dificuldades dos estudantes na constituição das competências.
Considera-se que a avaliação de aprendizagem é uma ação de acompanhamento dos
trabalhadores-estudantes do curso e, nesse sentido, não se aplica o disposto no artigo 97 do
Regulamento Didático-Pedagógico do IFSC (RDP), sendo oportunizada uma atividade substitutiva
à avaliação não realizada, por meio de processo específico.
Ao final dos estudos de recuperação o aluno será submetido à avaliação, cujo resultado
será registrado pelo professor. Para a aprovação o aluno deverá atingir, no mínimo, 75% de
frequência em cada Componente Curricular.

Pedro Rates Vieira

pedro.vieira@ifsc.edu.br

(49) 3236-3117

Considera-se que a avaliação de aprendizagem é uma ação de acompanhamento dos trabalhadores-estudantes do curso e, nesse sentido, não se aplica o disposto no artigo 97 do Regulamento Didático-Pedagógico do IFSC (RDP), sendo oportunizada uma atividade substitutiva à avaliação não realizada, por meio de processo específico.

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